Nossa Dança é para Jesus

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ONDE ESTÃO AS PESSOAS ILUMINADAS?


O mundo está carente de pessoas que brilham





Que pena ver, todos os dias, pessoas que vivem obscuras e perdidas nas próprias trevas, deixando-se vencer pela escuridão, imaginando ter encontrado a luz. No dia a dia, misturam-se luzes e trevas, ambas se confundem. Os bons costumes, o respeito, o carinho, a atenção, a honra, a dignidade, tudo isso aparece misturado com falta de respeito, de pudor, de libertinagem, de falsidade e de negação dos verdadeiros valores.

Lamentavelmente, os mais variados meios de comunicação têm se pautado por uma enxurrada de comportamentos escandalosos levando nossa juventude para o relaxamento e a degradação humana e religiosa. Convence muito mais uma cena, uma palavra, um gesto de alguém na telinha ou de um amigo no Facebook do que uma vida de doação e exemplos.

Devo reconhecer que também existem pessoas iluminadas que se destacam em qualquer lugar que chegam. O olhar alegre, as atitudes que encantam, as palavras que tocam fundo, a palavra certa para a pessoa certa.

São pessoas que tratam todos com o mesmo respeito, que têm um coração aberto e acolhedor sempre, que buscam o bem do outro antes do próprio. Pessoas iluminadas por valores humanos e cristãos, que nunca se deixam vencer pela atração da moda, do consumo, do ódio, da vingança, das coisas efêmeras do cotidiano. Como precisamos destas pessoas que não só tem luz própria, mas que buscam a fonte da verdadeira Luz!

O mundo está carente de pessoas que brilham e iluminam pelo seu ser e estar no mundo. Poderia dizer que o mundo está gritando de fome e sede de anjos, não no céu, mas aqui na terra. Anjos de carne e osso, transmitindo otimismo, garra, entusiasmo, gosto de viver, amor e atenção, sem medo de enfrentar os desafios que o maligno semeia, dia e noite, no coração, principalmente dos jovens.

Existem estes anjos, talvez o nos que falte seja enxergar e reconhecer esses exemplos. Como seria diferente se tivéssemos a coragem de imitá-los. Tenho a certeza de que o mundo seria melhor. É mais fácil imitar as futilidades, seguir a correnteza dos maus costumes, do modismo sem controle, do liberalismo, do “tanto faz como tanto fez”.

Infelizmente, as maiores vítimas disso tudo são os jovens e os adolescentes, quando não crianças de colo. Que tristeza ver crianças e adolescentes mandando nos pais! Pais que perderam toda a autoridade diante dos filhos, filhos matando os pais, e estes sem saber o que fazer com os filhos. Já passou a hora de acordar e verificar quais valores estamos transmitindo desde o ventre materno. Que exemplos estão sendo dados aos filhos, netos, sobrinhos desde a infância? O que estamos fazendo para a formação do caráter e do sentido de viver em sociedade? É preciso verificar o quanto antes o que contribui com a internalização dos verdadeiros valores e não com o que contribui na formação de adultos vazios, sem personalidade, sem pudor, sem sentimento, sem perder a dimensão sobrenatural da vida.

"Obrigado, Senhor, por ter colocado na minha vida tantas pessoas iluminadas, de têmpera firme, de personalidade decidida, de educação invejável, de fé inquebrantável! Afasta de mim os tolos, os falsos, os mal-humorados, os aproveitadores, os donos da verdade. Peço a Tua luz, Senhor, para que jamais deixes de iluminar a todos que encontrar pelo caminho da vida."

Uma abençoada e iluminada semana para você e sua família!

Dom Anuar Battisti
Arcebispo de Maringá (PR)


EU ACREDITO NA INCLUSÃO

PROFESSORA VILIAN DE ROSA VELARDO ENTREGANDO O CANUDO AO SEU IRMÃO DE 28 ANOS QUE CONCLUIU O ENSINO FUNDAMENTAL COM EFICIÊNCIA E NOTAS VERDADEIRAS ( Não aprovação automática).

Parabéns à família pelo incentivo e ao seu irmão por não desistir. Eu acredito na inclusão, acredito na capacidade desses anjos que Deus enviou para nos provar que o impossível não existe para os que lutam!!! Felicidades!!!

Eis a prova de que a inclusão dá certo, basta amor e dedicação, tanto dos educadores quanto das famílias. Hoje meu irmão se formou no ensino fundamental, aos 28 anos, e com síndrome de down. Foi o dia mais emocionante da minha vida. Agradeço à todos os professores que o ensinaram ao longo de 5 anos. Eu entreguei o canudo a ele, e chorei, chorei mesmo.

EDUCAR PARA A VERDADE AOS MOLDES DE JESUS

Quando aprendemos fatos sobre a história da educação, percebemos que o ensino-aprendizagem sempre esteve presente na vida do homem. Em uma tribo, por exemplo, a educação acontecia pela repetição. A criança aprendia repetindo o que faziam os mais velhos. 


Em povos de antigos guerreiros, as crianças eram formadas na educação física, de forma a se prepararem para o combate. No período do surgimento das cidades, era preciso ensinar as pessoas a ler, escrever e fazer contas, sobretudo, por causa do aumento da atividade comercial. Certos imperadores criaram escolas a fim de ensinar engenharia, arquitetura, etc., a algumas pessoas da população, para a construção de grandes palácios, templos, aquedutos, entre outros.



Para cada época e para cada situação, uma postura era tomada em relação ao processo do ensino-aprendizagem. Ora a formação era esportiva (guerreiro), ora geral (tribo), ora letras e matemática (comércio), ora engenharia (construções). Esses são apenas alguns exemplos para vermos que o ensino sempre esteve presente na história humana.


Arquivo


Além disso, foram vários os pensadores que, ao longo do tempo, refletiram sobre a educação. Platão disse: “Não deveria gerar filhos quem não quer dar-se ao trabalho de criá-los e educá-los.” Aristóteles ensinou: “A dúvida é o começo da sabedoria.” Santo Agostinho afirmou: “Creia e compreenderás, a fé precede, a inteligência segue.” São Tomas de Aquino alertava: “Temo o homem de um só livro.” 

Mas, precisamos também nos atentar para o que nos ensinou Aquele que é o Mestre dos Mestres, Jesus. N’Ele conseguimos perceber algo importante – o papel do professor em toda essa história.

Como vimos, foram várias ênfases educacionais adotadas através dos séculos, cada uma dá atenção a um diferente processo e uma diferente escola. Contudo, na prática de Jesus, aprendemos que, para existir educação, duas coisas são essenciais: alguém que tenha verdadeiramente algo a ensinar e alguém que tenha vontade de aprender.

Jesus não tinha uma escola onde Ele ensinava, às vezes ia à sinagoga, mas a maioria dos ensinamentos d’Ele era em lugares comuns: numa casa, em cima de um barco, à beira do mar, no meio da multidão, no deserto. O Senhor também não possuía recursos como o quadro negro, a caneta, o caderno, usava somente a Palavra. 

O conteúdo era quase sempre a partir de algo simples do dia a dia: o semeador que saiu a semear o grão de mostarda; o pescador que lança redes ao mar...

No entanto, o ensinamento do Mestre dividiu a história da humanidade. A força não estava na estrutura física da escola ou no processo educacional, mas sim nas palavras d’Aquele Mestre que fazia com que Seus ouvintes ficassem admirados com o ensinamento d’Ele, pois os ensinava com autoridade (cf. Mc 1,27). Mas também pelos alunos-discípulos que, após receberem esse ensinamento, mudaram radicalmente suas vidas (cf. Mc 1,16-18).

É preciso aprender com Jesus. O bom professor é aquele que ensina a verdade. O que Ele tem a dizer é mais importante do que os recursos e aparatos que utiliza. Isso é válido para todos que, de uma forma ou de outra, dão algum ensinamento: professores, pais, religiosos, catequistas... Afinal, são eles que conduzem os alunos. 

A importância do professor está nisto: é preciso que ele conheça e pratique a verdade, para que, assim, possa ensinar essa verdade, conduzir os aprendizes pelo caminho certo e, dessa forma, fazê-los experimentar a vida. Ou seja, imitar o Mestre Jesus, pois Ele é o caminho, a verdade e a vida (cf. Jo 14,6).


Denis Duarte
Professor da Faculdade Canção Nova



PEDAGOGIA DE PAULO FREIRE E EDUCAÇÃO LIBERTADORA DE JESUS

 A obra Pedagogia do Oprimido, escrita por Paulo Freire aborda a relação entre opressor e oprimido, onde o sujeito ativo, o opressor se utiliza de meios para manter a dominação, na qual também jamais será livre se o oprimido não recuperar sua liberdade por meio da reflexão e da ação na busca da sua humanização.
Na Pedagogia do Oprimido o opressor por meio de ações antidialógicas, como na conquista, na divisão, na invasão cultural e na manipulação aniquilam as formas de concentração das pessoas, ou de povos, para que não possa haver a superação revolucionária da situação concreta de opressão. Isso quando não enganam com uma falsa generosidade, da qual mantêm cativos os oprimidos.
A práxis contida na Pedagogia do Oprimido é a objetividade do fato concreto, e da reflexão contida na subjetividade, que busca a transformação, da qual não há que se falar em libertação se de fato não haver a transformação com a superação da contradição opressor-oprimido.
Na pedagogia do opressor o que se impõe é uma Educação Bancária, como analisa Paulo Freire, na qual o opressor deposita no “hospedeiro”, ou seja, no oprimido um comportamento prescrito, ou seja, contra argumentativo.
Diríamos ainda, que o opressor é como um verme, um parasita, que se alimenta do melhor que o oprimido tem, suga sua energia, sua consciência, sua força, até virar um galho seco, desidratado, ou seja, desumanizado.
A Obra Pedagogia do Oprimido é um alerta para a Educação Cristã, para que a abordagem dos educadores cristãos esteja firmada no diálogo, onde educador e educando possam se ensinar e aprender mutuamente, onde o educador atue apenas como coordenador do processo cognitivo, e assim ambos possam sem nenhum tipo de medo, serem verdadeiramente livres, e, portanto responsáveis em manter esse processo continuo de libertação, justamente por se conscientizarem que são seres inconclusos.
Jesus ao ensinar advertiu como no caso da parábola do servo cruel, em Mt. 18:23-33, que foi perdoado pelo seu senhor, entretanto esse servo não agiu da mesma forma com o seu conservo que não tinha condições de lhe pagar o que devia, que comparado a pedagogia do oprimido se percebe que muitas vezes o oprimido não busca verdadeiramente a libertação, mas que quando tem uma oportunidade passa de oprimido a opressor.
Jesus ensinou também a respeito do medo que as pessoas oprimidas tem de serem livres, como no caso da parábola das dez moedas, em Lc 19:11-27, onde o servo diz ao seu senhor no versículo 21: Tive medo, porque és um homem severo. Tiras o que não puseste e colhes o que não semeaste”.
Assim, comparando com a pedagogia do oprimido se observa que no oprimido o medo da liberdade é o mesmo medo, ou seja, o medo de assumi-la.
Portanto, bem como a obra Pedagogia do Oprimido por meio da práxis de que o diálogo é a mola propulsora que leva a ação, assim o ensinamento de Jesus por meio da práxis da verdadeira palavra leva a transformação do mundo.
Jesus ensinou por meio da sua educação libertadora as pessoas a refletirem suas condutas, suas atitudes, confrontando-as e questionando-as, assim gerando ações de adesão ou de repulsa aos antidialógicos. E sempre aberto ao diálogo e até mesmo a ser questionado.
Cabe refletir sobre como estamos agindo como instituição Igreja. Se a pedagogia utilizada é a pedagogia do oprimido, da educação bancária, da falsa generosidade, da venda de uma falsa sensação de proteção e paz, ou se realmente está se cumprindo o papel de evangelistas de Jesus, de servir com amor, do diálogo com autoridade e não autoritário, da palavra reflexiva, que transforma o mundo e é inclusiva e não privilegia alguns, mas é direito de todos. Pensemos!

Referências bibliográficas
 FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido, 17ª ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987.

Como a criança pode aprender e se desenvolver

Como a criança pode aprender e se desenvolver

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 Cada vez mais a criança brinca de faz de conta e de um modo diferente. Esse tipo de brincadeira é muito importante porque surge de uma necessidade básica da criança: a de querer que os pais fiquem sempre junto dela.
Brincando de faz de conta, a criança imita e fala sobre o que está vendo. Ao imitar os adultos, procura falar como eles, fazer o que eles fazem. Assim ela passa a ter atitudes e comportamentos que são mais adiantados que os da sua idade e se desenvolve por isso.
Brincar de faz de conta ajuda a criança a desenvolver sua imaginação e também a entender e aprender os valores, os costumes de sua família e das outras pessoas do lugar onde mora.
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A criança gosta de cantar cantigas de roda e de aprender as músicas que ensinam para ela ou que ouve no rádio e na igreja. Também tem muito interesse em brincar com instrumentos musicais: tamborzinho de lata, flauta de bambu, chocalhos. Com a música, a criança ouve outros tipos de sons, aprende noções de ritmo e melodia.
Ela também precisa ter oportunidade de desenhar com lápis, carvão, pedra colorida, no papel ou no chão. Assim, pode aprender a segurar o lápis e seu desenho começa a apresentar formas, como bolinhas ou quadrados.
Ela também gosta de ver livros com figuras e de ouvir histórias que as pessoas contam e lêem para ela.
Organizar espaço, brinquedos, materiais e fazer atividades junto com outras crianças oferece oportunidade para a criança brincar.
Nas brincadeiras com outras crianças, ela já conversa para trocar ou emprestar brinquedos, em vez de brigar por isso. Essas brincadeiras são boas porque a criança menor imita o que a mais velha faz e também ensina o que já sabe para uma criança mais nova que ela. Brincando juntas, as crianças estão sempre se desenvolvendo.
261_3criancadoisAnoseOnzemeses.jpgA criança também aprende, cada vez mais, com a fala. Quando a família conversa e responde às perguntas dela, está ajudando a criança a falar melhor e a entender como são as coisas no dia a dia. Nessa idade, ela pergunta o “porquê” de tudo. “Por que fica de noite?”, “ Por que o sino da igreja toca”?
Ela pode notar e perguntar também sobre as diferenças entre meninos e meninas. “Por que menino faz xixi de pé?” “Por que menina não tem “piu-piu”? Cada família deve procurar responder de acordo com seus costumes e valores, sem enganar ou assustar a criança.
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Enquanto brinca e participa com a família das atividades da casa, a criança vai observando e perguntando sobre as coisas. Aprende que os objetos podem ser iguais e diferentes. Quando os pais estão, por exemplo, separando as roupas para lavar, costurando, arrumando legumes e frutas, é bom deixar a criança ajudar. Assim ela aprende sobre tamanhos, formas, quantidades e cores.
Levar a criança à igreja faz parte de sua educação cristã e mostra que sua família pertence a um grupo de pessoas que se une pela fé, que são amigas e se ajudam.
A família precisa se distrair, levar os filhos para passear e brincar, visitar parentes e amigos. É bom que a criança tenha oportunidade de ouvir contadores de história, assistir a teatros de fantoches, de mamulengos e a participar dos festejos de sua comunidade. Assim ela pode conhecer e valorizar o que as pessoas do lugar onde vive sabem fazer.
“Reserve momentos para brincar e se divertir com sua família, pois a criança aprende brincando e a diversão aproxima as pessoas.”

FONTE: Pastoral da Criança

PROBLEMAS EM CASA, VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, SEPARAÇÕES, BRIGAS, AGRESSÕES..

PROBLEMAS EM CASA, VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, SEPARAÇÕES, BRIGAS, AGRESSÕES..

   Sei, um assunto que todos gostam de fugir, de fingir que isso não existe.. Pelo menos com as nossas crianças não. 
Mas... O mundo não é assim tão perfeito! Há milhares de crianças e adolescentes que vivem ou sofrem algum tipo de violência em suas casas, com suas famílias. 
    Os motivos e problemas são inúmeros! Desde o uso de drogas, intorpecentes, álcool... Até mesmo por questões religiosas. 
Mas fato é que a criança não aprende somente o que os adultos ensinam. Aprende muito mais com o mundo, com a vida, a rua, os amigos e aqueles em que ela enxergar como corretos, de sucesso e mais felizes do que ela.
     Quem ensina, quem educa, não pode omitir os fatos. Não pode fingir que tudo é perfeito. Pois a criança vai se sentir como não pertencente a este mundo. Vai sentir vergonha de todos, inclusive da própria família. E vai achar que só na casa dela acontecem coisas erradas, que todos vivem num mundo perfeito e que realmente esse mundo perfeito não é real, é fantasia, é mentira... 
     Assim começam a desacreditar no futuro, nas pessoas, na nação em Deus..
     E aquele que preferiu "omitir esse assunto, pois são apenas crianças", perdeu a chance de conquistar uma linda amizade, baseada na verdade, na realidade, na confiança e no amor de Deus que nos une como verdadeiros irmãos. 
     No evangelho de João cap 4, Deus diz para acreditarmos em Jesus Cristo, que veio ao mundo para nos salvar e foi morto crucificado para que todos recebam o perdão pelos seus pecados. Sendo assim, quem somos nós para julgarmos os erros e pecados dos nossos semelhantes? Todos nós pecamos. Pecamos ainda mais se ensinarmos essas crianças a odiarem e não amarem! Pois deixamos de cumprir com o segundo mandamento das leis de Deus: "Amar ao próximo como a si mesmo!", e também ensinamos a criança os valores do mundo, da razão e não o perdão e os valores de Deus. 
      Nossa missão ao evangelizar é ensinar a verdade, como agir diante dos problemas, como podemos nos ajudar e que como nós, muitos outros também já passaram por isso. 
     Mostre às crianças que elas também podem evangelizar e ajudar os que precisam! Ofereça ajuda, apoio, orientação. Mas não critique! Ensine-a a perdoar. Pois quem de nós gostaria de ouvir alguém falando mal do nosso pai? Dos nossos irmãos? Eles podem errar, agirem com maldade em determinados momentos, nos trazerem sofrimento... Mas vamos continuar amando-os! O amor que nos une em laço familiar é eterno! 
      Nós temos que dar as mãos, mostrar aos pequeninos que eles não estão só. Apresentar Jesus Cristo e dizer que ele está ao nosso lado, que pode nos ouvir, nos ajudar, nos atender e que somos todos filhos de Deus. O Deus que nos ama, cuida e não quer nos ver sofrer. E esse mesmo Deus também ama a nossa família e cada um que ele escolheu para nos completar e nos amar. 
      Basta dizer "- Eu te amo meu Deus! Eu acredito em ti e sei que não vai abandonar a minha família! Cuide deles que são meus tesouros e perdoe seus pecados, eles não sabem o que estão fazendo." 
     Eles o amam e tu os ama! Eu creio em Jesus Cristo e sei que ele guardará a minha família e os conduzirá na verdade, no amor e no verdadeiro caminho. Pois somos todos filhos de Deus!".

"- Quem ama perdoa, entende e aceita os outros como eles são!"; "- Os verdadeiros amigos são aqueles que criticam, dizem duras palavras se preciso! É preferível viver na verdade do que na ilusão."; "Encarar os problemas não é fingir que eles não existem, é buscar uma solução."...
   Viver é amar, abraçar, sorrir e ser feliz! Não deixe a tristeza dominar seu coração! Não deixe a dor apagar o brilho do seu olhar! Alimente sonhos, esperança, amor e saiba perdoar! Busque valorizar tudo o que tem, agradecer cada conquista e apoiar os que sofrem... Pois só sendo bons amigos que iremos conquistar amizades verdadeiras no amor de Deus.


Por: Paula Oliveira.

TESTE SE SEU FILHO USA DROGAS

Durante a palestra “Cultivando Valores Salvando Vidas” ministrada pelo Tenente Orlando Lima na Ação Social Canção Nova, realizada pela Rede de Desenvolvimento Social Canção Nova, Fundação João Paulo II e Projeto Ação Semear, foi apresentado um teste usado para saber se alguma pessoa proxima faz uso de drogas.
Disponibilizamos para todos este teste aqui no Blog da Rede.
Perceber os sintomas do uso de álcool ou outras drogas requer que os pais estejam alerta. Muitas vezes é difícil observar a diferença entre o comportamento normal dos jovens e o comportamento causado pelas drogas.

Para auxiliá-los nesse sentido foi montado o questionário abaixo.

  1. Seu filho parece retraído, deprimido, cansado e descuidado de seu aspecto pessoal?
    (sim)  (não)
  2. Você o percebe hostil, agressivo, não cooperando com as normas familiares?
    (sim)   (não)
  3. Suas relações com outros membros da família encontram-se deterioradas? (Dificuldades ou falta de diálogo, vínculos desfeitos, atitudes violentas ou agressivas)
    (sim)  (não)
  4. Mudou radicalmente o seu grupo de amizades?
    (sim)  (não)
  5. Na escola está com dificuldades com notas, professores ou colegas, repetiu de ano ou abandonou os estudos?
    (sim)    (não)
  6. Perdeu o interesse por passatempos, esportes, “hobbies” ou outras das suas atividades favoritas?
    (sim)  (não)
  7. Houve modificações nos seus hábitos de alimentação e sono?
    (sim)  (não)
  8. Usa desodorante ou perfumes para disfarçar algum cheiro?
    (sim)(não)
  9. Tem atitudes agressivas, violentas ou mentirosas frente às suas perguntas ou reclamações?
    (sim)  (não)
  10. Já apresentou os olhos vermelhos ou as pupilas dilatadas?
    (sim)  (não)
  11. Tem conversações telefônicas ou encontros com desconhecidos?
    (sim)  (não)
  12. Em sua casa somem objetos de valor? Seu filho tem a necessidade constante de altas quantias de dinheiro?
    (sim)  (não)
  13. Houve mudanças significativas no seu aspecto visual, como cabelo (comprido, descuidado), roupas sujas, falta de higiene pessoal, tatuagens, brincos, ou sua preferência musical, agora por conjuntos que fazem apologia ao uso de drogas?
    (sim)(não)
  14. A maconha é uma erva de cor verde com matizes de marrom, que é fumada enrolada em um papelote (ou o mesmo utilizado pelas pessoas que fumam cigarro de palha). Possui um cheiro forte e adocicado similar ao perfume “patchouli”. É importante para perceber se seu filho está fazendo uso destas substâncias observarem objetos como os citados abaixo, entre as coisas do seu filho:
    Caixas de fósforos furadas no centro ou qualquer outro artefato como piteiras, cachimbos, maricas, etc., que permitem o jovem fumar o cigarro de maconha até o final, sem queimar os dedos ou os lábios. Já percebeu?
    (sim)  (não)
  15. Já encontrou papel de seda ou papelote usado para se fumar cigarros de palha, nas coisas do seu filho?
    (sim)  (não)
  16. Utiliza colírios constantemente e sem motivo aparente? (É usado para disfarçar a vermelhidão dos olhos pelo uso da maconha)
    (sim)  (não)
  17. Apresenta manchas amareladas entre as pontas dos dedos polegar e indicador?
    (sim)  (não)
  18. Já percebeu um forte cheiro (adocicado) nas roupas, cabelos, carro, quarto, armário ou lençóis do seu filho?
    (sim)  (não)
    A cocaína é um pó branco (similar a uma aspirina desmanchada) que adormece a língua com seu contato. Pode ser usada por inalação (aspirada pelas narinas), fumada misturada à maconha ou por via endovenosa (injetada diretamente na veia através de seringa e agulha). Para que ela possa ser usada são necessários vários instrumentos que, se encontrados entre as coisas do seu filho, podem indicar que ele está consumindo.
  19. Já encontrou instrumentos como cartões de crédito ou lâmina de gilete (para pulverizar o pó), canetas bic sem carga (para aspirar a droga), colheres tortas ou queimadas (para misturar a droga com água, ferver e aspirar na seringa), espelhos ou pratos, seringas, borrachas (torniquete) entre as coisas do seu filho?
    (sim)  (não)
  20. O nariz do seu filho tem sangrado ou apresenta constantes corizas?
    (sim)  (não)
  21. Seu filho está com dificuldades para falar?
    (sim)  (não)
  22. Apresenta manchas roxas de picadas de agulha nos braços, pernas ou pés?
    (sim)  (não)
    Atenção: Alguns desses sintomas citados podem aparecer em jovens que não usam drogas. Não se pode dizer que um adolescente está se drogando só porque está usando brincos, cabelos compridos, ter feito a sua tatuagem ou mudou a sua maneira de vestir. É o conjunto dos sintomas descritos que leva a essa possibilidade.