Nossa Dança é para Jesus

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EU ACREDITO NA INCLUSÃO

PROFESSORA VILIAN DE ROSA VELARDO ENTREGANDO O CANUDO AO SEU IRMÃO DE 28 ANOS QUE CONCLUIU O ENSINO FUNDAMENTAL COM EFICIÊNCIA E NOTAS VERDADEIRAS ( Não aprovação automática).

Parabéns à família pelo incentivo e ao seu irmão por não desistir. Eu acredito na inclusão, acredito na capacidade desses anjos que Deus enviou para nos provar que o impossível não existe para os que lutam!!! Felicidades!!!

Eis a prova de que a inclusão dá certo, basta amor e dedicação, tanto dos educadores quanto das famílias. Hoje meu irmão se formou no ensino fundamental, aos 28 anos, e com síndrome de down. Foi o dia mais emocionante da minha vida. Agradeço à todos os professores que o ensinaram ao longo de 5 anos. Eu entreguei o canudo a ele, e chorei, chorei mesmo.

COMISSÃO DA JUVENTUDE PEDE UM PLANO PAROQUIAL DE EVANGELIZAÇÃO.

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro da Silva, enviou carta aos padres e responsáveis pela evangelização da juventude no Brasil. No texto, o bispo pede que as paróquias se empenhem na elaboração de um pequeno Plano Paroquial da Evangelização da Juventude.  Para dom Eduardo, “toda Paróquia, para seu crescimento e dinamismo pastoral, merece algo elaborado e escrito que sustente suas grandes e importantes opções. Caso contrário, conseguiremos muito pouco, perderemos preciosas oportunidades, alimentaremos apatias e omissões”.

Confira a íntegra do texto:

Caros párocos e demais responsáveis pela evangelização da juventude no Brasil
“Os jovens são um motor potente para a Igreja e para a sociedade.” (Papa Francisco, julho 2013)
A vida nos ensina que uma meta não se atinge se não vier acompanhada de uma adequada organização que congregue esforços em sua direção. Como Igreja, que assume a responsabilidade de ser semente do Reino, acreditamos na necessidade e força de um bom Plano Pastoral.
Neste tempo favorável à juventude, à luz do convite do Papa Francisco para construirmos a cultura do encontro e da acolhida, é imprescindível a existência de um processo que nos ajude na evangelização da juventude. Toda Paróquia, para seu crescimento e dinamismo pastoral, merece algo elaborado e escrito que sustente suas grandes e importantes opções. Caso contrário, conseguiremos muito pouco, perderemos preciosas oportunidades, alimentaremos apatias e omissões.
Provavelmente há Paróquias que já possuem um Plano que as oriente, mas outras não têm este hábito tão salutar, capaz de garantir serenidade e clareza no caminhar. Sugiro a estas que, como gesto significativo deste “Ano da Juventude”, se empenhem na elaboração de um pequeno “Plano Paroquial da Evangelização da Juventude”.  Não precisa ser complexo nem muito técnico ou milimetricamente organizado, mas uma redação que, sendo fruto de um planejamento participativo, contemple a realidade, sustente os sonhos, aponte caminhos concretos.
Há vários modelos de Plano; é importante escolher um que seja factível, tenha poder de envolvimento das novas gerações e incremente o protagonismo juvenil. Apresento-lhes, a seguir, alguns esclarecimentos e, depois, sugestões para a sua realização.
A EVANGELIZAÇÃO da juventude é nosso grande objetivo. Em vista disto, assumimos um PLANEJAMENTO que significa todo o processo estabelecido para se organizar as decisões; contempla vários momentos e não acontece numa única reunião. Já o PLANO é o registro por escrito das motivações e decisões realizadas durante o processo. Os PROJETOS são as ações detalhadas que garantem o alcance dos objetivos de um Plano. E o CRONOGRAMA é a lista de ações a serem realizadas, com suas datas, responsáveis e destinatários.
Para o processo ser bem construído, é imprescindível envolver representantes de TODAS as expressões juvenis que atuam na Paróquia: pastorais da juventude, movimentos, novas comunidades, congregações religiosas, catequese de crisma, pastoral da educação, pastoral familiar, pastoral vocacional, etc. Cada uma delas traz a singularidade de sua visão, experiência, anseios.
O Plano finalizado contempla uma série de partes, importantes para o registro do caminho realizado e a clareza do que se deseja atingir. Sua redação poderia constar, por exemplo, de: Apresentação, Introdução, Realidade Juvenil, Princípios da Evangelização, Objetivos, Projetos, Cronograma, Anexos.
A Apresentação e a Introdução são elaboradas no final de todo o processo. A primeira é confeccionada pelo pároco e menciona o valor do Plano; manifesta alegria pelo caminho feito e agradece os envolvidos na sua construção. A segunda registra uma síntese do processo realizado e de cada um dos capítulos ou partes.
A constatação da Realidade Juvenil Paroquial é essencial. Isto se consegue por diversos caminhos: discussões, palestras, vídeos, testemunhos, pesquisas, relatos dos próprios jovens. No final é importante destacar aquilo que mais interessa à evangelização da juventude diante dos novos rostos juvenis e areópagos desafiadores. Um olhar especial deve ser dirigido aos jovens mais afastados, pobres, desprezados, violentados, presentes na realidade paroquial e vizinhança.
Diante desta realidade juvenil, o grupo, então, recorda e registra os Princípios básicos da Evangelização da Juventude. É o momento de se deixar iluminar por Deus que nos fala por meio de sua Palavra, dos Documentos eclesiais, dos últimos acontecimentos e subsídios, como: Campanha da Fraternidade 2013, discursos do Papa na Jornada Mundial da Juventude. É fundamental retomar e acolher os principais pontos do Documento 85 da CNBB: Evangelização da Juventude: Desafios e Perspectivas Pastorais.

Em seguida, redigem-se os Objetivos da ação evangelizadora da Paróquia em vista da juventude. Eles podem ser divididos em Geral e Específicos, e necessitam ser claros e concretos em sua redação. Para que estes Objetivos estejam em perfeita harmonia com a caminhada diocesana e paroquial faz-se necessário ler, estudar e considerar os principais objetivos destas instâncias.
Somente após todo este processo, redigem-se os Projetos; eles são fundamentais para que os sonhos sejam realizados. Não precisam ser muitos, mas espera-se que sejam envolventes, fáceis de serem compreendidos e concretizados. Os Projetos são atividades com significado; carregam em si a força de um processo e, portanto, não são meras atividades ou eventos. Como o Documento 85 da CNBB é a base atual de todo trabalho juvenil no Brasil, solicita-se que ele seja a fonte principal para a elaboração dos Projetos. Após a leitura das 8 Linhas de Ação a Paróquia poderia escolher o que é mais urgente de cada Linha e incrementá-lo. Numa mesma redação, para cada um dos Projetos, é preciso constar o título, as atividades correspondentes, os destinatários prioritários, local e data, pessoas e parceiros envolvidos, o coordenador, orçamento e material necessários.
Uma das últimas partes a serem montadas é o Cronograma. Ao descrever as atividades de cada mês, é importante ter clareza, principalmente, da data, do horário, do local, do responsável. Podem ser registradas aí, também, as principais datas da pastoral geral paroquial.
Alguns outros detalhes organizativos seriam, por exemplo: permear este tempo de construção com orações, pensar num dia especial para o lançamento do Plano, elaborar estratégias para que ele seja cada vez mais conhecido, estudado, aplicado por toda a Paróquia.
Parabéns para aquelas Paróquias que já possuem o hábito de organizar a ação evangelizadora entre os jovens! E coragem para aquelas que ainda não realizam este processo!
Termino esta carta com quatro últimas solicitações:
ü  Realizem promoções e coletas para contribuir com a Arquidiocese do Rio de Janeiro para que ela possa quitar os investimentos feitos em prol da JMJ (cf. www.doarjmj.com.br);
ü  Rezem para que o Encontro de Revitalização da Pastoral Juvenil no Brasil, que acontecerá em dezembro, traga bons frutos para toda a nossa Igreja (cf. www.jovensconectados.org.br);
ü  Participem e propaguem o Curso sobre Técnicas de Acompanhamento de Adolescentes e Jovens, em modalidade EAD (cf. www.rs21.com.br/cnbb).
ü  Aproveitem este tempo de Advento e Natal para favorecer o protagonismo juvenil por meio do envolvimento dos jovens em suas ações litúrgicas, pastorais e sociais.
Neste Ano da Juventude, rico em ocasiões a favor dos jovens, somos convocados pela Igreja a potencializarmos a evangelização no meio deles. Não percamos esta singular ocasião que tem nos mostrado a beleza, a força e os sonhos de uma juventude que quer fazer a diferença em contexto de “mudança de época”. É preciso saber valorizar e organizar estes seus dons, afinal de contas “Os jovens são um motor potente para a Igreja e para a sociedade.” (Francisco, JMJ 2013)
Louvo a Deus por tantas coisas bonitas que estão acontecendo a favor dos jovens, e peço a Ele que renove o ardor pastoral daqueles e daquelas que têm apostado na juventude local e se empenhado na construção de um mundo melhor por meio dela.
Deus os abençoe.

Dom Eduardo Pinheiro da Silva, sdb
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014


“Fraternidade e Tráfico Humano” é o tema da Campanha da Fraternidade (CF) para o ano de 2014. Com o lema, “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) pretende “mobilizar cristãos e todas as pessoas de boa vontade para erradicar este mal com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus” (Trecho do Anexo II do Edital do Concurso para o Hino da CF 2014).
Para que todos os católicos do país possam bem se preparar para a vivência profunda deste tema, a CNBB já disponibilizou subsídios da CF 2014. São materiais como o texto base, a via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, multimídias, banner, cartaz, entre outros.
Neste ano, também com o objetivo de trabalhar este conteúdo em escolas, foram produzidos materiais de formação voltados aos jovens dos Ensinos Fundamental e Médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.
Um dos principais materiais símbolos da CF, são os cartazes. Eles sempre trazem a identidade do tema a ser trabalhado durante a Quaresma. Confira a explicação da CNBB sobre o significado da arte de 2014 (cartaz à esquerda desta matéria):
1 - O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.
2 - Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.
3 - As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
4 - A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos.
Para ter acesso aos materiais, confira o site oficial da CNBB.
Fonte: CNBB



Concurso de desenho para crianças.

Pontifício Conselho para a Família lança concurso de desenho para crianças

Publicado em 05/09/2013
O Pontifício Conselho para a Família do Vaticano lançou um concurso de desenho para crianças. Os pequenos deverão fazer um desenho de suas famílias para apresentá-las ao Papa Francisco.
Crianças com idade entre 3 e 11 anos poderão participar enviando seus desenhos até o dia 30 de setembro.
Os desenhos ganhadores serão apresentados ao Papa Francisco durante a Peregrinação das Famílias ao Túmulo de Pedro em Roma, nos dias 26 e 27 de outubro deste ano.
Os desenhos deverão ser feitos em em uma folha A4/Carta, digitalizados e devem indicar no rodapé o nome, idade e país, Estado, cidade de origem da criança. O endereço eletrônico para enviar os desenhos é: roma2013@family.va.
Os desenhos ganhadores também serão publicados nos jornais locais ‘Il Giornalino’ e ‘G-Baby’ e projetados durante as atividades da peregrinação.
Por Portal A12, com Pontifício Conselho para a Familia

Seguimos o caminho de Jesus para fazer algo, não é um show, mas umamissão...





O Papa Francisco afirmou que Jesus jamais diz aos fieis “siga-me!”, sem também dizer a missão. Por isso é importante uma verdadeira oração cristã, para ouvir bem o Senhor.

Foi em sua homilia na missa de hoje na Casa Santa Marta que o Papa refletiu sobre os modos como Cristo se manifesta na vida de um cristão. Ele comentava o trecho do Evangelho em que Jesus se mostra a Pedro, Tiago e João com o sinal da pesca milagrosa. 

Desconcertado, Pedro é confortado por Jesus, que promete fazer dele “pescador de homens”. Depois o convida a deixar tudo para segui-lo e lhe confia uma missão. Ou seja, Deus se manifesta com três atitudes: através de uma promessa, de um pedido de generosidade e de uma missão a realizar.

“Quando o Senhor vem na nossa vida, quando passa no nosso coração, sempre diz uma palavra e uma promessa: ‘Avante... com coragem, sem medo, porque fará isso!’ Ou seja, é um convite à missão, um convite a segui-Lo. Quando ouvimos esta promessa, é porque há algo na nossa vida que devemos corrigir, e o fazemos para segui-Lo mais de perto”.

Segundo o Papa, Jesus jamais diz “siga-me!”, sem dizer a missão. “Não! ‘Siga-me e farei isso. Siga-me por este motivo. Se quiser ser perfeito, deixe tudo e siga-me para ser perfeito’. Há sempre uma missão. Seguimos o caminho de Jesus para fazer algo, não é um show, mas para realizar uma missão”.

Promessa, pedido e missão dizem respeito à vida ativa e à oração. Não existe uma oração sem uma palavra de Jesus, não há oração em que Ele não nos inspire a fazer algo.

“Uma verdadeira oração cristã é ouvir o Senhor com a sua palavra de conforto, de paz e de promessa. Isso não quer dizer que não existem tentações. Há muitas! Pedro pecou gravemente, renegando Jesus, mas depois o Senhor o perdoou. Tiago e João pecaram de carreirismo, querendo ir mais alto, mas o Senhor os perdoou”, disse o Papa.

(Com informações da Rádio Vaticano)

PASTORAL DA CRIANÇA COMPLETA 30 ANOS

Congresso celebra os 30 anos da Pastoral da Criança

Publicado em 30/07/2013
De 28 de julho a 2 de agosto, a Pastoral da Criança realiza o Congresso Nacional comemorativo aos seus 30 anos. O evento, realizado junto ao Santuário Nacional de Aparecida (SP) reúne cerca de quinhentos participantes, entre coordenadores da Pastoral nos estados, setores e núcleos, além da equipe nacional, assessores técnicos, palestrantes e outros convidados.
Na abertura do evento, no último domingo, a atual coordenadora nacional, irmã Vera Lúcia Altoé (foto), destacou a relevância da celebração. “Este é um momento histórico de congregação para partilhar experiências, animar na missão, traçar metas e prioridades para os próximos anos”. Também estão presentes representantes da Pastoral da Criança de vindos das Filipinas, Angola, Guatemala, Panamá, República Dominicana, Peru, Argentina, Colômbia e Paraguai.
O tema central do congresso “A criança como prioridade absoluta” foi exposto pelo médico Nelson Arns Neumann, coordenador nacional-adjunto e coordenador da Pastoral da Criança Internacional. Com a diminuição do índice de mortalidade infantil, a entidade volta-se agora para novos desafios. Ser referência para a criança em situação de vulnerabilidade é uma das prioridades da Pastoral para os próximos três anos.
“Como referência, mas não como executora” explicou Neumann. “Ela não vai resolver todos os problemas relacionados à criança. Mas ela deve encaminhar o problema, articulando e reforçando a ação do serviço público ou de outras instituições que atuam com a criança”.
Renovação
A ampliação das ações de vigilância nutricional para prevenção da obesidade infantil; os cuidados nos primeiros mil dias (período da gestação mais os dois primeiros anos de vida da criança); a ampliação do número de crianças acompanhadas e o aprimoramento da gestão, com objetivo de atingir sua missão, também estão entre as prioridades da Pastoral da Criança que estão sendo debatidas no evento.
“A Pastoral da Criança deve ter a coragem de mudar, de ajustar-se ao mundo atual, mas sem perder a referência, as suas origens”, avalia Clóvis Boufleur, gestor de relações institucionais da Pastoral. Para ele, as mudanças econômicas, sociais e mesmo o avanço das novas tecnologias afetam as ações da Pastoral da Criança, assim como das famílias acompanhadas.
As ações realizadas hoje pelos líderes voluntários não têm o mesmo impacto do início da pastoral. Com a redução do índice de mortalidade infantil, na maioria das cidades, e a desnutrição sob controle no país, agora os líderes enfrentam novos desafios. Os resultados da ação, que no início eram imediatos, agora demoram a aparecer e dependem de muitos fatores que não estão na governabilidade dos voluntários.
Com base nos três pilares da entidade – agir, organizar e comunicar – a proposta é atuar nos pontos de atenção, ou seja, situações-problemas encontrados e que preocupam os líderes nas comunidades. Os principais pontos de atenção já identificados estão relacionados com a gestante, a criança e o líder.
“Além do Sistema de Informação, agora vamos ter um Sistema de Informação e Comunicação que vai utilizar as novas tecnologias de informação para integrar a comunicação da coordenação nacional diretamente com as bases, os líderes nas comunidades”, explicou Boufleur.
De acordo com ele “a Pastoral da Criança como referência para o cuidado com a criança prevê, agora, uma ação sistemática”. É responsabilidade da Pastoral da Criança encontrar resposta sem se omitir para o ponto de atenção relatado pelo líder. Atender ou resolver os problemas encontrados ficam sob a responsabilidade das coordenações ou, quando necessário, pela coordenação nacional em articulação com órgãos de governo, entidades e movimentos sociais relacionados às questões ou cuidados com a criança.

Fonte: CNBB

Jornada Mundial da Juventude (JMJ- Rio 2013) marcada com muita dança!


     Cada vez mais a juventude cristã se manifesta através das artes para divulgar fé, adoração e ensinamentos cristãos. Quanta dança na JMJ, até bispos dançaram! 

Fonte: site oficial JMJ- Rio 2013. 



FLASH MOB - Eu acredito na juventude.

"FLASH MOB" apresentado pelos jovens da nossa paróquia na missa de 27/07/2013.

LINDO DEMAIS!!!


Eu acredito na juventude

(Nilton Junior – Comunidade Católica Pantokrator)
É tempo de alegria e esperança,
É tempo de amar e ser amado.
É tempo de sonhar, é tempo de partilhar,
De construir um mundo melhor.
É tempo de escolhas, de desafios,
De não ter medo de viver.
Viver com Deus, viver no amor,
E anunciar que posso ser feliz porque Deus me ama!
Eu acredito na juventude,
No brilho do seu amor
E na força da sua missão.